
O Nubank desponta como o favorito para comprar a Caixa Geral de Depósitos no Brasil, subsidiária do banco estatal português. O certame, que conta com outros três interessados, ocorrerá em julho e chegou à sua fase final —a entrega das garantias. Caso seja o vencedor, o Nubank resolverá o impasse imposto pelo Banco Central e não precisará trocar seu nome.
Há 13 anos, desde sua chegada ao país, a instituição se consolidou operando somente como meio de pagamento e crédito. Dados do BC o colocam como o décimo conglomerado em ativos, que totalizavam R$ 368,5 bilhões em dezembro de 2025.
Desde o ano passado, uma portaria do BC proibiu que fintechs e outras instituições financeiras que não tenham licenças bancárias usem qualquer nome sugerindo que sejam bancos. Como decidiu manter sua marca, o Nubank informou ao mercado que obteria uma licença bancária até o fim deste ano. Informação Uol

